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segunda-feira, 22 de março de 2010

Retrato dum malogro

"Porque me segues se ando perdido?", disse ele quando apareceu, "porque me quero perder" respondeu ela e seguiu-o.
Foi atrás dele pelas ruas do Bairro, sombrias e frias, como a vida dele. Deixou-o falar e ele disse-lhe (quase) tudo, naquele bar cheio de coisas velhas, onde partilharam memórias de infância em fotografias gastas, do tempo em que as fotografias tinham o valor do momento. E outros momentos doutros tempos.

Aprendeu das palavras dele, dos pensamentos, dos olhos, das mãos, de todo o corpo. Não lhe pareceu culto, viu-o sábio, com tanta força e no entanto ele só se via todo-fraquezas.

E depois desapareceu. Deixou-lhe o caos da vida dele, nas horas dela, andou perdida, primeiro com ele e depois sem ele. Encontrou-se, depois da saudade, guardou-o nela, fascinada por tudo o que ele podia ser, desiludida com tudo o que ele não queria ser.

Percebeu que eram iguais, mas afinal ela estava um passo à frente e ele não a seguiu, ela gritou até deixar de o ver, mas não podia parar.

Ele ficou com o seu caos, os seus tormentos, os seus fantasmas, o seu grande medo da morte!, tantas vezes o ouviu dizê-lo.

Cala-te!tu não tens medo de morrer, tens é medo de viver! Então fica, fica aí, como um paspalho, um bandalho, um caralho. Fica aí na tua iminência de morte, que eu vou à minha vida!

domingo, 17 de janeiro de 2010

Rather be lucky than good?

"There are moments in a match when the ball hits the top of the net and for a split second it can either go foward or foward back. With a little luck it goes foward... and you win, or it doesn't... and you lose."

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

REPEAT XXXVII - el lado más salvaje de la vida

Enquanto haja palavras como nostalgia, recordações, memória, é um bocado difícil vir aqui sem ser para recordar com nostalgia momentos que atravessam a minha memória diariamente... Sou uma saudosista inveterada (o que me faz pensar que é bom que eu tenha amnésia ou alzheimer num futuro não muito distante que isto de ser assim...).

E ontem adormeci com aquilo a que se chama ficar desarmada por sentir a falta de alguém ou de muitos alguéns, senti-me tão fraquinha, peguei no telemóvel e... pus o despertador a funcionar. Pousei-o. É engraçado pensar a força que achamos que temos vem dos outros e eu sou daquelas que, tem a mania que tem mais do que uma carapaça de escaravelho, tenho uma bola de sabão, resistente a tudo e todos. Não é verdade, as pessoas que me julgam (ou julgavam) forte, são as minhas maiores fraquezas.

Lá tocou o despertador e a primeira do dia foi esta:

que aproveito para dedicar a todas as pessoas grandes e fortes da minha vida (sabem quem são, sabem pois), quando penso nelas até fico com uma sensação esquisita nos braços, espera, será?, é mesmo!, UM MÚSCULO =)

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

REPEAT XXXVI - forgive them even if they are not sorry




I looked up to you but you thought I would look the other way

And you hear, what you want to hear
And they take what they want to take
Don't be sad, won't ever happen like this anymore
So whens it coming? This life's new great movement that I can join
The warning here
Your faith has got to be greater than your fear

Forgive them even if they are not sorry

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Comentário do teste de prática da tradução técnico-científica de Espanhol para Português

Devido à extensão do texto apresentada no segundo teste, dado que toda a turma já tinha mostrado o seu desagrado, desta vez não resisti e, no comentário pós-tradução, introduzi na crítica algumas acepções tais como:
- a concentração dum adulto dura, no máximo 20 minutos e estou neste momento a escrever sem parar há 105 minutos;

- e não creio que a justificação de que o "mundo do trabalho é assim", porque temos sempre outras tecnologias, já há mais de 20 anos que não se escreve à mão e temos sempre alguém com quem comunicar, não nos socorremos apenas dum dicionário na algibeira e, se esta realmente for a realidade profissional, algo vai muito mal na tradução e precisa-se urgentemente de regulamentação deontológica;

- a minha revolta deve-se talvez à dor física que sinto neste momento, dói-me a cabeça, o ombro, o braço e a mão;

- olho para trás e parece que estou numa biblioteca do séc. V e somos monges copistas;

- se é possível?, claro que é, prova disso é que até consegui acabar o teste antes do tempo, mas o que eu acabei de fazer não foi um exercício de tradução, foi tortura psicológica, foi uma prova de esforço.

E isto foi ponderado, mesmo tendo a noção de que estou f*d*d*!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

REPEAT XXXIII - Oh!



Ele era aquele menino, que me fazia sorrir com as teorias dele sobre viver a vida ao contrário ou as cores das vacas.
Que se punha sempre do lado dos carros quando passeávamos à beira da estrada.
Que me levava às cavalitas, mesmo sabendo que lhe apertava demais o pescoço.
Que me levava de mota a casa e me dava o capacete, levava com o vento gelado e ficava com os olhos a chorar como se tivesse cortado mil cebolas.
Que me levava a casa a pé e depois se ia embora a correr e eu ficava a vê-lo e a rir até ele desaparecer.
Que me aquecia as mãos naquelas manhãs geladas.
A quem eu guardava sempre o lugar no autocarro e que desenhava nos vidros embaciados.
Que me contava segredos nas noites de sábado.
De quem sempre me custou despedir, mesmo depois de termos passado o dia inteiro juntos e sabendo que o ia ver de novo no dia seguinte.

Como posso eu odiar-te, depois disto?, ou mesmo querer esquecer-te? Não quero.
Muita coisa aconteceu depois, fomos matando a inocência destes momentos e tudo se tornou estranho e físico. Mas foi a história mais bonita que eu vivi!
E sim, eu sei que ali não voltamos, estamos feios agora, de costas voltadas...

E desculpa, desculpa escrever sobre ti outra vez, sei que não gostas nada e prometo que é a última vez. Mas tinha de dizer que é assim que para sempre te lembrarei, meu querido, como quando éramos um para o outro, os MELHORES amigos.

E disse ele, que era uma amizade com muita cumplicidade e não sei mais o quê, quando o julgamento começou e agora terminou: culpados os dois e o veredicto é:
ALA!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Artigo sobre o artigo anterior


Para além da tristeza, que por acaso já passou tenho:
- pingo no nariz;
- tosse;
- dores no corpo;
- febre.
Estou constipada, mas como é contraproducente uma enfermeira estar "enferma", lá fui eu... para o Colombo, toda a tarde.
Depois duma passagem rápida pela farmácia fui à FNAC, dar música aos bichos, depois fui namorar a mala de 50€ que estava com 50% de desconto e lá veio comigo desta vez =)
Comer uma mega waffle com gelado de baunilha e cobertura de chocolate de avelã (sempre a mesma desde há 5 anos). Pôr a conversa em dia e terminar a tarde nos cadeirões que dão massagens, que bom que aquilo é! Cheguei a casa e adormeci até agora, altura em que resolvi tirar as coisas boas dos bolsos.
Tirando isto, continuo com o orgulho um bocado ferido, porque durante todo o dia me doeu o polegar direito, depois de 3 anos, em que mo deslocaram carinhosamente. E carinhosamente, não é ironia.

No artigo anterior, onde se lê recuperam-se, deve ler-se recuperaram-se, podia ter editado, mas como foi o meu subconsciente é melhor não mudar, que ele é maluco.

Repeat XXVIII - há coisas que se repetem demasiadas vezes


Samuel Beckett


Ontem tive de esperar 20 minutos até que os excelentíssimos jogadores do SCP saíssem do estádio para poder prosseguir o meu caminho para casa, onde precisava de chegar para irromper em lágrimas, há dias em que custa viver...

Dizem-me que sou má e arrogante, má?? má é a vida de muita gente que se cruza com a minha! Mau é saber que, por mais que queira, mais que tente, nunca vou conseguir ficar satisfeita com as coisas que alcançar, porque há sempre mais a fazer (eu sei que isto é que toda a gente sente num ou noutro dia, mas não me apetece especificar o porquê da minha disforia). A minha pseudo-arrogância vem do facto das pessoas acharem que por eu ter 1,50m e cara de miúda não sei nada da vida, sei muito pouco é verdade, mas essa é a consciência de quem sabe mais do que devia.

Eu não tenho ideais assim tão utópicos, sei muito bem dos flagelos do mundo e não me julgo nenhuma super-heroína, mas não sei aceitar a morte, nem a perda, nem a rejeição, nem o fracasso e, quando isso acontece... choro, e hoje é um desses dias.

Não me apetece, não faz sentido, porque nem sequer me afectou hoje, talvez porque já estou tão em baixo que metáforas sexuais sobre feitios, é o que menos me interessa agora, prefiro antes pensar que, uma vez mais, nada é definitivo, estou um bocado farta de lutar contra o destino, vou deixá-lo seguir o seu curso e pensar que, passado mais de meio ano recuperam-se muitas coisas boas e teve-se um bom verão. No Inverno... há muitas nunvens!

E eu não quero que ninguém tenha pena de mim, só que não me julguem por aquilo que os outros pensam, porque garanto que quem me conhece de verdade, o sentimento que não desperto de certeza, é pena (talvez um bocadinho a certas pessoas a quem dou pelo umbigo, mas depois passa =).

E, apesar de neste momento, estar bastante arrependida por ter saído da cama, dói-me a cabeça, os meus olhos, parecem duas bolas de ping-pong e as incursões matinais por blogues não ajudaram, SOU EU!

Pôr uma arma (nada) secreta na cara, que é tão somente um sorriso, uma atitude positiva e no fim do dia, volto, com coisas boas nos bolsos, de certeza =)



"When the power's out
In the heart of men
Take it from your heart
Put it in you hand!"


Os blogues, sem dúvida que são um espelho digital daquilo que somos, mas que são um escape e que, depois de escrever o que sinto aqui, seja ou não lido e, principalmente compreendido pelas pessoas que aqui vêm... há-de sempre ser uma ajuda para ultrapassar dias maus, compartilhar os bons e...

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Fui pois...

Um ano depois da viagem mais desastrosa da minha ida voltei.
Fui porque um ano depois está tudo igualmente desastroso, e eu sei que a culpa é minha, que mando mensagens desesperadas em catadupa e que mais do que chata me torno odiosa, mas que queres?, se entras e sais da minha vida quando te dá na gana e eu deixo e toda a gente deve estar a pensar porque te volto a escrever?, porque te volto a lembrar sequer?, não sei, agora já não sei mesmo, talvez seja porque "de tão inteligente que sou me torno burra". Mas aquilo que tantas vezes te pedi, repito-o a mim mesma várias vezes e hei-de cumpri-lo "não volto a passar pelo mesmo", porque sei que não sou capaz...

Desta vez fui com o meu melhor amigo, um mazda 2 que dá pelo nome de Pôpii, e ter com dois amigos, o David e a Denise, o meu muito obrigado, se me diverti à grande foi porque estava convosco. E, pelo meio conheci a Teresa =) e mais uma data de gente é provável, ao menos, voltar a ver(ah pois, porque quero voltar!). Rejubilei, é o que tenho a dizer!

Se te queria ver?, claro. Estaria a mentir se dissesse que não, queria que soubesses e que ficasses contente por eu ir, mas essa hipótese é tudo menos provável neste momento, também não faz mal, porque desta vez não foi para isso que fui.

Fui para fazer as pazes comigo e contigo, Covilhã cidade-neve e sim!, recuperaste o encanto!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

REPEAT XXVI - Go ...



Tears are rolling down my face,
Feeds the fear that's running through the stream,
And oh I don't wanna feel,
But I don't wanna feel this way,


We're out of luck this time,
We've fallen apart,
We're out of luck this time

Sempre tudo como tu queres, sempre tudo à tua maneira, no teu mundo só existes tu... Sabes que mais? Fica sozinho então! (e sim, dá-me gozo pensar que estás aí com ar de superioridade a ler isto, mas que no fundo sentes uma solidão que nunca hás-de preencher, porque não há ninguém igual a ti - o que é muito bom e muito mau ao mesmo tempo, como tu próprio - ou se calhar estou enganada).

terça-feira, 20 de outubro de 2009

FCSH ou found in translation - part II

Hoje depois de fazer o turno da noite (dormi 3 horas, woohoo, portanto devo parecer um pouco esquizóide a escrever), fui para a Faculdade e andei duas horas atrás de professoras:
- da de gramática, por causa da melhoria do ano passado da qual não tenho nota e subi 3 valores (merda);
- da coordenadora de curso, por causa das creditações de enfermagem, pessoa tal que eu não conhecia, mas que achei espectacular, apesar de me ter chamado doida por lhe ter respondido que queria dar aulas, quando me perguntou que queria fazer depois de acabar (às vezes sou convenhamos);
- da Prof. Teresa Lino (Avé), por causa da bolsa e consegui!! E o melhor, ela não percebeu o meu espanto, vou andar por aqueles corredores labirínticos e, talvez te encontre por lá, tu de filosofia da linguagem, que me ajudaste sem me conheceres de lado nenhum a encontrar o "gabinete mais difícil de encontrar de todos os tempos" (pensava que só eu é que dizia estas coisas) e que me disseste que esperavas mesmo que ficasse. Pois bem... =)

No fim disto tudo entra-se na aula de práticas de tradução técnico-científica de português para espanhol (sim, divirto-me a escrever o título todo) e estava toda a gente a fazer... TESTE. Ah bom. Lá me sentei, com o mini-dicionário que anda sempre na mala agora (txé tradutores), fiz o teste, correu bem, obrigado.

domingo, 18 de outubro de 2009

Olhar para trás e... pensamento em frente!

Quando antes ficava com um nó na garganta por ter de lhe dizer coisas "más", ontem tremiam-me as mãos, sentia o coração bater como uma bomba-relógio prestes a explodir, as lágrimas escorriam-me pela cara quando escrevi o que devia ter dito há muito, muitas vezes.
Voltar atrás não se pode, se me arrependo?, sim, ficaram tantas boas razões por dizer, ... e agora já não sei se consigo.



"Fiz a comunhão solene p'ra pensar na vida já tenho idade
Mãe quero ir ganhar dinheiro, pai quero ir para a cidade
(...)
E assim, sair daí, olhar p'ra trás pensamento em frente
em frente não havia mais nada não"

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

REPEAT XIV ou as coisas que dissemos



"How I wish, how I wish you were here.
We're just two lost souls swimming in a fish bowl, year after year,
Running over the same old ground.
What have you found? The same old fears.
Wish you were here."

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Variação do "talvez"


Começo por contrariar uma bela teoria que se espalhou vinda sei lá eu de onde!

Nada de bom acontece depois das duas da manhã... (duma música, não foi?)

Teoricamente isto até pode ser bonito, na práctica, não é possível, porque depois das duas da manhã é sempre, depois das duas da manhã... de ontem!

Ou seja, se considerarmos o dia de amanhã ainda se pode considerar uma coisa boa. Ou se trabalha melhor esta teoria ou então não é válida, tenho dito.


E porque é que quanto mais as pessoas de quem gostamos se afastam, mais as perseguimos?, mais as pressionamos?, mais as afastamos? Simples, falta de comunicação, elas não nos dizem o porquê e nós achamos logo que a culpa é nossa. E fazemos tudo para emendar um erro que não sabemos se existe sequer, que TALVEZ tenhamos cometido e pensemos que temos de pagar por ele para o resto da vida.

Que fazer?, sentamo-nos e esperamos?, não, não nos sentamos, mas esperamos. As pessoas de quem gostamos, se gostarem de nós e souberem que podem contar connosco hão-de procurar-nos. Ou pelo menos, é nisto que quero acreditar.

Vamos pensar nisto até às duas da manhã, de amanhã, ou depois, ou depois.

domingo, 13 de setembro de 2009

Aproximação ao "quase"...


Porque é que é tão difícil aceitar as diferenças?
Às vezes quando me apercebo como sou fantasiosa até me dá vontade de rir... Mesmo!
Não devia porque acaba sempre por prejudicar-me. Como se pára uma bola de neve gigante?
Eu sou assim: quero calor e neve ao mesmo tempo... E para quem acha isto demasiado utópico, é possivel!, Serra da Estrela num dia de Verão, ou Primavera vá.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Tens espelhos em casa??

Há dois tipos de feitio que me enervam:

- As gajas que criticam as outras, quando têm os mesmos defeitos ou piores. Quando dizem "xiii, que gorda, que mal vestida, que feia!, que não-sei-mais-o-quê" fazendo de propósito para a outra rapariga ouvir, só apetece responder, "estás a falar de ti própria certo?".

- As gajas que são bonitas e/ou boas, mas burras que nem portas e têm a mania que são inteligentes. Que vêem um Mercedes SLK da varanda e dizem que é um Porsche até às últimas. Que se faz? Olhamos para elas com pena e encolhemos os ombros? É o que eu faço...

E para avisar quem vem aqui desdenhar deste artigo, aviso desde sem falsas modéstias, não há como meter-me em qualquer um destes géneros femininos palonços. Como todas as gajas critico, claro, mas sinto muito informar que sou bonita e inteligente (este último pesa mais na balança, felizmente).

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

33


I know who I want to be, I'm not sure that I like what I seem to be right now...

domingo, 30 de agosto de 2009

Os/As actuais dos/das ex...

Um inquérito muito importante, antes de lançar aquele que, provavelmente será o mais banal artigo deste blogue...
Preferem que:
O/A actual do/da ex seja mais ou menos bonito/a e/ou inteligente que vós?

domingo, 23 de agosto de 2009

Adeus namorado, olá cabeleireiro!


Aqui está um exemplo de que quando terminamos uma relação, no geral, nós mulheres, mudamos quase sempre de visual. No caso da senhora do cu gigante deve ter sido "the hello of a breakup". É que parece outra pessoa!, ela própria diz que quase ninguém a reconhece.

domingo, 16 de agosto de 2009

Agenda

Soito: 23 de Agosto =)
Londres: 26 de Setembro
Paris: 6 de Novembro
Skunk Anansie: 3 de Novembro - Coliseu de Lisboa
Muse: 29 de Novembro - Pavilhão Atlântico
Franz Ferdinand: 2 de Dezembro - Campo Pequeno

E mais pelo meio...

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