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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

REPEAT XLIII - maracujá sim, côco não





I hope this life don't get you down

This dirty old time in this dirty old town
And if you're feeling instructive
There's something to do
Sometimes we get confused

I'm confused

If I wrote about you anyone would've believe that you're real. I'm confused! I just want to keep this feeling that we met to make each others lives lighter?, better?, sweeter? Thanks for showing up and make me wanna clean up my room, because now I know that someday soon, somehow, someone is going to find that door openned.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Wait (along with me) for something better...


Porque há pessoas a quem devemos mais do que o sentimento que nos liga, devemos-lhe a capacidade de continuar a sonhar, que para mim é igual a: VIVER.

domingo, 18 de outubro de 2009

Olhar para trás e... pensamento em frente!

Quando antes ficava com um nó na garganta por ter de lhe dizer coisas "más", ontem tremiam-me as mãos, sentia o coração bater como uma bomba-relógio prestes a explodir, as lágrimas escorriam-me pela cara quando escrevi o que devia ter dito há muito, muitas vezes.
Voltar atrás não se pode, se me arrependo?, sim, ficaram tantas boas razões por dizer, ... e agora já não sei se consigo.



"Fiz a comunhão solene p'ra pensar na vida já tenho idade
Mãe quero ir ganhar dinheiro, pai quero ir para a cidade
(...)
E assim, sair daí, olhar p'ra trás pensamento em frente
em frente não havia mais nada não"

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

REPEAT XVII ou Your Songs - My Repeats



"while you wait for the others
to make it all worthwhile
all your useless pretensions
are weighing on my time
you could beg for forgiveness
as long as you like
or just wait out the evening
and always ask me why
yes you'll only leave me dry
so ill ask you kindly to make your way


and what was there
the perfect glare
we all fall through"

While you wait on one another, I'll no longer wait for you!

A minha "casinha" nos últimos dois anos.


Não queria escrever muito.

Hoje sinto-me especialmente orgulhosa de manter este espaço há dois anos (mais hora menos hora), sozinha há algum tempo, mas nem por isso menos presente.

O meu blogue foi para mim uma maneira de fazer novos amigos, alguns deles que nunca vi (cara-a-cara), nem por isso lhes dou menos importância, de libertar as frustrações e tristezas, partilhar alegrias e conquistas. O meu BloguEL =)

E em vez dos habituais agradecimentos queria fazer um pedido:

Gostava que os visitantes, habituais ou não, me dessem a sua opinião sobre o artigo que mais gostaram do ano de 2007, na altura a Tracey ainda estava comigo (não vale escolheres um teu!), para voltar a publicá-lo(s). Pode ser?, pode?

Um grande beijinho a todos, espero poder receber-vos aqui pelo menos, durante mais dois anos.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

You killed the nazis, You Basterds!


O que é melhor do que ver Inglorious Basterds em sala cheia?

Ver Inglorious Basterds em sala vazia, vá só eu, tu e o casal que chegou 15 minutos atrasado e ficou bem à nossa frente.

- Sotaque americano e protusão mandibular (queixo para a frente) do Aldo, nota 10.

- Ar de porco do General Nazi, genial.

- Sangue, sangue, sangue? Ok, muito QT.

- Desde o vestido vermelho ao grande plano da Emanuelle? WOW...

E quanto a si, senhor Quentino, ou Tarantinho para os amigos, YOU ARE A SICK BASTARD, BUT YOU SURELLY KNOW HOW TO DO IT!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Big Badaneco...

Se calhar ainda não é a altura certa para escrever sobre ti, mas até agora temos vivido de "se's", não é?

Que mais dá?, esta é só uma carta de vaidade, para mostrar que tenho uma pessoa que é mais do que isso, por isso não posso dizer o nome, tem superpoderes!

Tem o poder me fazer gostar mais de mim e da minha vida, de afastar os meus medos, acreditar nos meus sonhos e até já me fez levitar!
Nestas coisas de aventuras de super-heróis há sempre peripécias já se sabe, mas até agora temos derrotado todos os maus da fita, monstros, bruxas, fantasmas, até nuvenzinhas brancas!

Há uma música da minha infância que me faz lembrar dele, sempre. Quando volto atrás e me lembro desses tempos agora, ponho-o lá, nem que seja num cantinho, é que já nem as recordações têm a mesma piada sem ele.



Its gonna take a lot to drag me away from you
Theres nothing that a hundred men (or girls) or more could ever do
I bless the rains down in africa (or wherever)
Gonna take some time to do the things we never had


Não me quero lembrar de como me sinto sem essa pessoa, porque o sei!, e é insuportável...

Mas agora também sei, que leve o tempo que levar, há-de aparecer um vidro embaciado, e lá estaremos eu e tu para escrever aquela frase...

sábado, 25 de julho de 2009

Ajuda!

Venho por este meio informar que me esqueci do aniversário do meu melhor amigo. Pensava que ele não ligava a estas coisas, mas pelos vistos sim.
Peço encarecidamente que me ajudem a pedir-lhe desculpa. Eu começo.
DESCULPA!

sábado, 11 de julho de 2009

Mana

Sempre lhe chamei assim, à minha mana, ela hoje faz 30 anos e quem está deprimida por isso sou eu. Não, a verdade é que ela está no meu Soitinho, com os papás e ainda por cima levou o meu mais-que-tudo, sobrinho Tomás.

Não podemos passar mais do que um fim-de-semana juntas, que é discussões por tudo e por nada, mas não passamos uma sem a outra.

Quando eu tinha 4 anos, pendurou-me na janela do primeiro andar por gozo, ela com 8 anos viu-se negra para me puxar e fiquei com as costas todas arranhadas de alto a baixo. Fui uma mártir nas mãos dela.

Quando eu andava na primária, já ela estava na secundária, saía de casa às 7 e acordava-me para lhe por os livros na mochila, sabia o horário e que o de Direito tinha sempre de levar, para IDES nunca levava e o resto era à vez com os colegas.

Nunca me emprestou o carro, nem sapatos e tem milhões! Não posso negar que compreendo, também sou assim. Cá virás...

Toda a vida me acordou cedo e depois diz que é sem querer, chama-me baixinho e vai aumentando o tom até eu lhe responder (mal quase sempre - o que é que queres?) e depois diz que é para lhe fazer companhia ao pequeno-almoço, ainda hoje não consigo negar.

Só tive mesmo pena dela uma vez! Que foi quando teve o meu sobrinho, estava tão inchada que parecia que ia explodir a qualquer momento.Até lhe fiz uma massagem nos pés.

Sempre lhe chamei mana, menos na escola que ela proibiu-me, mas eu quase sempre me esquecia. Quando ela me chama mana, vem lá pedido!

Há uma semana, uma senhora reconheceu-me no hospital onde trabalho, porque diz que somos muito parecidas, na aparência e na voz.

Ela diz que é "cara duma, cu da outra". Para que conste: eu sou a cara=)

Por aqui, parece que não gosto dela?, mas venero-a, é metade de mim, foi, é e será sempre a minha bengala, ninguém me ajuda como ela (aos berros, mas pronto é a intenção que conta).
É A MINHA CERTEZA DE QUE NUNCA ESTAREI SOZINHA NO MUNDO ENQUANTO ELA EXISTIR E ELA QUE SINTA O MESMO!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

J - versão Hulk

Conhecem aquele tipo de pessoas que às vezes irritam de tão calmas?
Pois, eu conheço, mas hoje vi essa pessoa ficar verde de raiva, juro que estava mesmo verde, fiquei à espera que crescesse e ficasse com a roupa rasgada e os olhos brilhantes por causa dum elemento radiactivo qualquer.

Quase que lhe chamei Bruce?



Vês... Há uma música para tudo! Anda, vamos ver a Lua e não te chateies com o que eu escrevo aqui, liga mais ao que te digo... Bruce. Ai! Enganei-me.

My moon, my man's a changeable land
Such a loveable land to me
My care, my co-lead barber I know
There's nowhere to go but on

How honestly my beggar should be
The song's out of key again
My fools, my things
We're digging the things
If the candlelit page again

TAKE IT SLOW
TAKE IT EASY ON ME

Shed some light
Shed some light on things
Take it slow
Take it easy on me
Shed some light
Shed some light on things

domingo, 3 de maio de 2009

Palavras

Para minha Mãe (e para todas as mães que o sabem ser).

"Sentas-te ainda à mesa - escreves
palavras tã compactas, tão opacas
como a luz que te cega. Cada dia
promete o infinito em meia dúzia
de palavras - o amor,
a vida, o tempo, a morte, a esperança,
o coração. Repete-as,
repete-as muitas vezes em voz alta
e escuta a sua música
até não quererem dizer nada."
Fernando Pinto do Amaral

sexta-feira, 27 de março de 2009

E E E E

Estou muito feliz com a facilidade que tenho agora em...
E também...
E não me importo nada de...
E no que depender de mim garanto que...

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