quarta-feira, 11 de novembro de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Hoje é dia (de) 24 de Julho...

Avenida 24 de Julho, em 1950
Em 1833, quando o Absolutismo Miguelista dominava em Portugal, por oposição a seu irmão, que viria a tornar-se El Rei D. Pedro IV, em 1834, deu-se uma das mais importantes revoluções da curta história do nosso país.
Comandadas pelo Duque da Terceira, as tropas a liberalistas entram em Lisboa, no dia 24 de Julho de 1833, para confrontar os absolutistas que já tinham abandonado a cidade. Ainda passaram alguns meses até que D. Miguel fosse exilado e D. Pedro, proclamado rei, mas esta data fica marcada ali, naquele passeio interminável de quase metade da zona ribeirinha da minha cidade.
Agora é uma das passagens obrigatórias da noite lisboeta... e recomenda-se.
É por isso que cada vez gosto mais de Lisboa, em cada rua, em cada casa, em cada pedra de calçada, uma história para contar.
Publicada por EL à(s) 20:57 0 comentários
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CCB - O Templo do Mavioso
E foi aqui mesmo que me barriquei durante horas a fio, devo dizer que nunca tinha visto o museu Berardo tão movimentado (até parece que vou lá assim tão assiduamente).
Raúl Perez
Recusa a ligação a qualquer movimento artístico, mas nota-se uma influência surrealista. As obras dele, na minha visão leiga são uma representação dum sonho. O que eu quero dizer é que, não parecem gatafunhos do Picasso, são figuras que só se misturam em sonhos, por exemplo, uma rua cheia de casinhas, com línguas gigantes a saírem das portas. Para muitas pessoas que acabaram de ler a última frase, parece ridículo, mas a verdade é que nos prende.
Bes Photo 2008
As imagens falam por si.
Só contar que ha uma câmara escura, não sei o que se projectava, porque tenho escotofobia e fiquei paralisada à entrada, com um fio de luz a entrar e não sei quem me tirou de lá. Sempre a marcar pontos EL!
O Espelho da Pintura
Publicada por EL à(s) 19:54 9 comentários
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666 títulos com números tornam-se mais apelativos
Hoje podia ser o melhor dia dos últimos seis meses, deixar-me imune à passagem do tempo nos próximos 6 dias, estou acordada desde as 6 da manhã, porque... isso gostava eu de saber!
Comecei a trabalhar cedinho para depois de 6 horas me enfiar no único sítio que neste momento, combina com a minha esquizoidia. E, uma vez que me esqueci das chaves dentro de casa e tu só voltas à noite, lá ficarei a afogar mágoas de longos tempos em longas contemplações míopes.
Depois dum fim-de-semana longo de trabalho vem a dislexia do cansaço e espero que a saudade vá embora. Estou farta de falsos altruísmos, até o mais puro humanismo é egocêntrico.
Não gosto de folar, muito menos de amêndoas, não estive no Soito, a única razão pela qual gostei da Páscoa foi... haver muito pouco trânsito em Lisboa.
Publicada por EL à(s) 10:49 2 comentários
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