Mostrar mensagens com a etiqueta sexo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta sexo. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 5 de maio de 2009

Pompoar

Escrever sobre o pompoarismo poderia ser só uma forma de aumentar as visitas do blogue, e tenho a leve sensação de que irá funcionar.
Mas não. Este artigo dirige-se a todas as meninas que ainda não descobriram estes exercícios. Pompoar consiste em vários exercícios de contracção repetida dos esfíncteres e músculos vaginais. Pode fazer-se em qualquer altura, ninguém dá por nada.
E agora deve estar toda a gente a pensar, "que estupidez, dá-me lá uma boa razão para andar para aí como se estivesse aflitinha". Dou pois!, três até. Fortalecer a musculatura vaginal:

1) aumenta o desempenho sexual, logo o prazer também;
2) ajuda na recuperação pós-parto ou qualquer cirurgia da zona perineal (claro que a maior parte das pessoas não está a pensar ter filhos nos próximos tempos e, esperemos que não tenham necessidade duma cirurgia seja por que motivo for - mas fica a dica);
3) previne a incontinência (ensinem às avós =).

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

O SEXO

Não, não é só uma técnica para aumentar as visitas do Belogue, que de certa forma, tem sido um pouco negligenciado. E não é por falta de tempo, porque dispenso sempre alguns minutos no (que agora considero algo inútil) messenger.

De facto, apeteceu-me escrever sobre o SEXO, porque como fã declarada de Freud cada vez mais lhe dou razão, o impulso sexual domina-nos. Não falemos de relações parentais, nem fraternais, nem de laços que possam unir pessoas por razões "não-sexuais".

Ultimamente tenho pensado bastante em SEXO, não por fazer ou não fazer, por ter muito ou pouco, bom ou mau. A questão é que o acho mais importante que o dito AMOR, palavra que já não faz muito sentido nos nossos dias, de tão banalizada que a tornámos (incluindo-me obviamente na humanidade).

AMOR (relação amorosa) que subsista sem sexo? Amamos sempre a(s) pessoa(s) com quem o fazemos?

A VERDADE é que nos comportamos sempre da mesma maneira com as pessoas que dizemos amar e as pessoas que só "usamos" para o SEXO. Os mesmos beijos, as mesmas palavras, os mesmos gestos, o mesmo resultado!

Esqueçamos o amor então, fiquemo-nos pelo SEXO.

E eu sou completamente obstinada com os significados das palavras. Muito mais as que são tão ambíguas quanto estas. Não escrevo mais, este artigo resume-se à definição poderosa do SEXO - força motriz da raça humana, ou não - dada por Rita Ferro.

"É talvez esse mistério que o torna tão inexoravelmente indeclinável: o facto de ser igual e diferente para toda a gente, limitado e infinito, sagrado e sacrílego, húmido e doce, suado e bestial, lúcido e insano, extenuante e sempre insuficiente.
(...)
E nem o amor consegue cegar tanto!
O sexo é o abandono, a rendição, as pazes com o Mundo e com nós mesmos, a companhia, o perdão e a desforra sem propósito de vingança, o paradoxo da posse descarada ou da prepotência máxima que nem sempre faz vítimas e às vezes até consola.
É tão grande, e é tão mágico, e é tão profícuo, que através dele aprendemos a amar, a estimar, a ler, a conhecer, a compreender e a perdoar a imperfeição do Mundo, a fragilidade das pessoas e sobretudo a nossa, e só por isso vale o que vale: vale-nos."

in Uma Mulher Não Chora (2000)

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Sex and the Chocolate

Tenho andado a fazer esta pergunta e a reacção é sempre muito parecida. Se te perguntassem se querias sexo ou chocolate circunstancialmente e pudesses dar qualquer resposta, que dirias?, fácil não?, provavelmente o que mais te apetecesse na altura ou sexo e chocolate. Mas se te obrigassem a fazer uma escolha terrível? Se te colocassem no meio dum dos maiores dilemas de todos os tempos? Ou nunca mais tens sexo na vida, ou nunca mais comes chocolate na vida. E agora?

Powered By Blogger

Etiquetas

BloguEL © 2008. Template by Dicas Blogger.

TOPO  

counter to blogger