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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

THE LAST REPEAT - all things know, all things grow, all things go



I made a lot of mistakes
I made a lot of mistakes
I made a lot of mistakes
I made a lot of mistakes

You came to take us where all things know, all things know

domingo, 11 de outubro de 2009

REPEAT XX ou TO ALL MY GIRLS!



Para todas as meninas que tal como eu, têm os seus dias maus e em que têm vontade de gritar: EI ESTOU AQUI! MAS PORQUÊ FICAR?? EU VOU MAZÉ ANDAR, MEXER-ME, DANÇAR! E QUANDO VIERES PROCURAR-ME JÁ NÃO VOU ESTAR ALI... VOU ESTAR BEM MAIS ALTO!

"Let's make this happen, girl you gonna show the world that something good can work and it can work for you.
And you know that it will.
Let's get this started girl, we're moving up we're moving up It's been a lot to change but you will always get what you want.
Took a little time to make it a little better,
it's only going out, just one thing and another,
you know!
You know!"

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A minha "casinha" nos últimos dois anos.


Não queria escrever muito.

Hoje sinto-me especialmente orgulhosa de manter este espaço há dois anos (mais hora menos hora), sozinha há algum tempo, mas nem por isso menos presente.

O meu blogue foi para mim uma maneira de fazer novos amigos, alguns deles que nunca vi (cara-a-cara), nem por isso lhes dou menos importância, de libertar as frustrações e tristezas, partilhar alegrias e conquistas. O meu BloguEL =)

E em vez dos habituais agradecimentos queria fazer um pedido:

Gostava que os visitantes, habituais ou não, me dessem a sua opinião sobre o artigo que mais gostaram do ano de 2007, na altura a Tracey ainda estava comigo (não vale escolheres um teu!), para voltar a publicá-lo(s). Pode ser?, pode?

Um grande beijinho a todos, espero poder receber-vos aqui pelo menos, durante mais dois anos.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Muda de vida se...

Tenho andado intrigada, irritada até com as pessoas que questionam a minha opção de ter continuado a estudar com frases como "mas já tens um curso", "que vontade de estudar", mas que raio de comentários!

E depois pergunto, tu gostas do que fazes?, e sim, é por gosto. E porque é que as pessoas que não gostam do que fazem não mudam?, porque é que não tentam outras coisas. E se me responderem que é fácil falar, difícil é fazê-lo eu respondo que sim.

Eu trabalho porque não tenho pais ricos (mas tenho uns ricos pais, para que não haja confusões) e não sei se seria capaz voltar a depender economicamente de outras pessoas e ando cansada e choro muitas vezes de desespero a querer esticar o tempo e o dinheiro, mas quando entro ali, quando ouço coisas como "quem domina a língua tem um grande poder", sinto que tudo vale a pena.

Eu sou só uma garota baixinha com a mania de comprar malas maiores do que ela, que gosta de andar a pé, que não faz tudo o que quer (a maior parte das vezes porque não tem dinheiro), mas diz tudo o que quer, que suspira quando vê um Triumph ou um GMC, que ainda NÃO QUIS encontrar "o tal", que adora a vista de Lisboa sobre o Tejo e ainda mais do Tejo sobre Lisboa, que passa tardes inteiras nos jardins da cidade, que tem mais sapatos altos do que precisa e muito menos do que queria, que é tão romântica que ainda acredita no casamento, que prefere mil vezes poemas com chocolates a flores, que gosta de comer cerejas com os pés mergulhados no Côa, que quer ter um gato chamado Timótio, que gosta de acordar, ir à janela e ver a serra coberta de neve, que tem mais cultura musical do que quase todas as pessoas com o dobro da sua idade e que, entre muitas outras coisas...

... quer continuar a estudar, a ler, a aprender para o resto da sua vida!

Não sou normal!? Claro que não! E ainda bem, ou correria o risco de ser uma conformista parva como a maioria dos portugueses ou será que estou enganada e o primeiro ministro já não é o mesmo?

sábado, 26 de setembro de 2009

Bolas de Sabão


"As bolas de sabão que esta criança
Se entretém a largar de uma palhinha
São translucidamente uma filosofia toda.
Claras, inúteis e passageiras como a Natureza,
Amigas dos olhos como as cousas,
São aquilo que são
Com uma precisão redondinha e aérea,
E ninguém, nem mesmo a criança que as deixa,
Pretende que elas são mais do que parecem ser.
Algumas mal se vêem no ar lúcido.
São como a brisa que passa e mal toca nas flores
E que só sabemos que passa
Porque qualquer cousa se aligeira em nós
E aceita tudo mais nitidamente
."

Alberto Caeiro in O guardador de rebanhos

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