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quarta-feira, 10 de março de 2010

Did you change? For the better?

Quantos anos tens? Não faz mal, olha para ti e pensa como eras há 1 ano, há 5 anos, há 10 anos. O que mudou? Gostas mais de ti agora.

Dedico este artigo a todas as pessoas que como eu, deixaram para trás os complexos da adolescência. Ah, vá não vale essa do "não tinha", todos tivemos!, ou porque se tem borbulhas, ou porque se é gordo ou magro, o cabelo, a cara, o rabo, etc. Qual era o teu? Eu, passados quase 10 anos da minha passagem pelo secundário posso dizer que gosto mais de mim, nem falo do físico falo daquilo que aprendi, com as coisas e pessoas boas e principalmente as más que encontrei pelo caminho.

Tornei-me mais impulsiva, explosiva até, o que não é bonito, mas vou ganhando o respeito, a consideração e o que mais prezo, a amizade das pessoas de quem gosto. Mesmo com o meu feitio lixado, quem diria... Tenho um dos trabalhos mais ingratos do mundo das profissões e nada disso interessa porque estou na melhor equipa do universo das profissões.

Não sou nada agarrada ao dinheiro, é a única coisa que me falta, mas se tivesse muito, não gastava, dava esbanjava, estragava. Sempre vivi assim, com muito amor e muito pouco dinheiro. E não sei se saberia viver ao contrário, duvido. Gosto de viver assim, de bolsos vazios e coração cheio.

Sobre o amor não falo, ele vai e vem, se é o amor que vem mesmo de vez em quando bater-me. À porta?! Quem dera!, Bate-me com força na cabeça e deixa-me meia azamboada uns tempos e depois passa, e depois volta a bater... e sempre assim.

E acima de tudo de ter consciência das coisas que não sei, e que vou procurar saber para o resto da vida e mudar sempre para melhor.



"You changed for the better yeah yeah"

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Dia dos namorados, é preciso um?

Já é sabido que o dia dos namorados me passaria incólume se não fosse pela vermelhidão de tudo (cor da qual até nem gosto muito) e coisas em forma de coração por todos os lados. Não se trata de ter ou não alguém, nunca festejaremos esse dia à minha vontade. Trata-se de relatar o meu sentimento de pena pelas pessoas que sentem a obrigação da troca de prendas, jantar, viagem ou qualquer outro tipo de manifestação de compromisso neste dia e a espera ansiosa que ele chegue. Não é tão ridículo? Tão desnecessário se o fizerem noutras alturas, em muitos outros dias? E a falta de brilho nos olhos dos casais nesse dia?, o ambiente pesado da obrigação? E eu sei que esta manifestação de desdém é quase tão escusada como o próprio dia dos namorados, não fosse pela música e pela necessidade de dizer que vou passar o dia com alguém que, como eu, ama os amigos, os/as seus/suas homens/mulheres, a família, a vida, todos os dias! Vamos dançar esta?, nós, os ENAMORADOS?



"Another day I'll be waiting for you"

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O amor é um jogo de xadrez...



"You took her soul, so incomplete"

... se assim é, eu sou a rainha!

domingo, 20 de dezembro de 2009

REPEAT XLII - ela só queria um viver um grande amor?


Será que ainda os há?, será que ainda pode??

sábado, 28 de novembro de 2009

Merda (outra vez)...

"I feel like I've just figured out my favourite love song is about a sandwich".

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Para quê um manifesto?

"Não pensar no amor porque o amor não se pensa.
Pensar no amor ou é: não pensar, ou é: não-amor."

Gonçalo M. Tavres, Investigações. Novalis, Difel, 2002

Não que eu seja contra o manifesto, muito menos contra o Amor =)

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