segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Imagem a recordar 2


A beleza de The Shinning

Imagem a recordar


Homer Simpson em 300

domingo, 18 de novembro de 2007

Cinanima

cinanima_thumb.jpg
Descobri que sou fã do Cinema de animação. De facto é uma boa maneira de apresentar estórias engraçadas: tudo é moldável, as personagens, os cenários, são diferentes de mão para mão. Fui ao Cinanima na Culturgest, uma maratona de 17 curtas e longas metragens de animação premiadas no Festival de Cinema de Animação deste ano, realizado de 5 a 11 de Novembro em Espinho. Cinema a carvão, plasticina, lápis de cera ou computador, a cada minuto diferente e curioso.
Destaco três filmes, "Down the road", um thriller sobre um condutor que dá boleia a um curioso homem que sabia tudo sobre si e esperava-o para o matar. Esta curta metragem tinha um grafismo semelhante ao estilo da banda de música "Gorillaz", meio macacóide, muito bom.
Outro filme que gostei muito foi "Sleeping Betty", sobre uma princesa que não acordava apesar dos esforços de todos os médicos e do príncipe encantado, do choro compulsivo da mãe e dos gritos do pai - e acordou quando tocou o despertador. Uma sátira aos contos de fadas, com momentos contemporâneos que fazem rir pela não-correspondência com o ambiente de "conto de fada".
Destaco ainda "Um dia de Sol", sobre a vida do Sol, que acorda e faz a barba com as nuvens, lava os dentes com o arco-íris (que parece aquafresh), e quando alguém saí de casa esforça-se para brilhar mais. Só que as pessoas parecem não gostar do sol, usam óculos de protecção contra o seu brilho, e chapéus. O Sol fica triste por passar todo o dia a tentar agradar as pessoas, até que se esconde no mar e toda a gente o fotografa (pôr-do-sol, por excelência o momento-cliché do dia). Coitado do sol, nunca tinha pensado nisto.
E pronto, mais um post sobre Cinema. É assim, não consigo evitar.

sábado, 17 de novembro de 2007

A meditação é "Lynchada"



"A felicidade vem de dentro", explicou hoje o cineasta David Lynch a uma multidão de jornalistas e curiosos, no último dia do 1º Festival de Cinema Europeu, no Estoril. Incentivando à meditação, o realizador dos filmes mais oníricos e simbólicos do Cinema, disse que as melhores ideias vêm do inconsciente e que nos devemos esforçar para tornar esse "inconsciente consciente".
De borboletas na barriga fui com a Li de ponto no i à Master Class do realizador do filme que mais me fez comichão no cérebro: "Mulholand Drive". Uma tosta comida à pressa, um sítio de nome importante ("Centro de Congressos"), pessoas diferentes vestidas esquisito, o género "sou tão culto que uso muitas cores e não combino nada, isso é fútil", ou então só porque sim e eu é que gosto de implicar ou encontrar explicações para tudo. Mas toda a gente tinha um ar casual. Estão habituados a essas coisas de ver gente fixe e importante que nunca vem a Portugal. Mas eu estava em contagem decrescente para "once in a lifetime moment". E a Enes curiosa com tudo, como é fixe ter companhia assim. O Lynch lá chegou, simpático, divertido. "It's so good to be here with you!", declarou entusiasmado um fã. Ao que o cineasta retorquiu: "It's great to be here with you too!". Animado, David Lynch respondeu a tudo, e até foi complacente quando alguém lhe atribuiu um filme que não tinha realizado. Eu e a Enes, qual crianças irrequietas, não conseguimos deixar de comentar o que fomos ouvindo. Lynch falava de meditação, que se concentrava e encontrava ideias para os seus filmes dentro de si. Na meditação devemo-nos esquecer de que estamos a pensar, e deixar o pensamento fluir. O que nos intrigou muito, a mim e à Enes.
Aposto a meditação é um bom truque para adormecer. Aliás, é o que fazemos todos, enroscamo-nos nos lençóis tentando não pensar em nada até o sono nos levar por essas aventuras esquisitas que são os sonhos. Já tive sonhos que se tornaram textos, sonhos que seriam filmes engraçados, embora estranhos e confusos. E sonhar não é meditar. Como meditar sem adormecer? Houve um espectador da MasterClass que ainda sugeriu "vamos experimentar", mas não, Lynch disse que não era apropriado. E prometeu cursos de meditação em Portugal. Bom, já que nada tem saídas profissionais seguras, porque não seguir meditação? Ao menos é um trabalho calmo, pacífico, sem stress. Ficamos à espera desse curso, oh allmighty Lynch.
(Ps - ele tem um problema com as mãos, não fala sem fazer gestos esquisitos)

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(Na foto: Paulo Branco, Lynch, e Rui Pedro Tendinha)

Devo lembrar que a minha máquina não é grande espiga e as fotos/vídeos, têm um ar clandestino, desfocado e longínquo. Mas também é só pra terem uma ideia da coisa.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Poizé, poizé...

Conheci um par de peúgas.
Uma é fixe, a outra é meia maluca.

Let's Mulholand Drive

DAVID LYNCH SÁBADO NO ESTORIL

O realizador David Lynch chega ao Centro de Congressos do Estoril às 13h30 e encontra-se com a imprensa portuguesa.

Às 14 horas dará início a uma Master Class sobre Meditação Transcendental.

A entrada é livre.

(Devo ir. Pode ser que deslinde alguns dos mistérios que ficam sempre mesmo depois dos bónus dos dvds dos filmes...)

Enigma

Tenho andado a reparar que as revistas masculinas têm sempre uma mulher na capa, de preferência de biquíni ou lingerie. Compreendo e até acho bem. Mas as revistas femininas também têm sempre mulheres na capa. Há aqui qualquer coisa que não está bem...

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

American's idiot

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

"Two lifes blurred together by a photo"

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"This is the photo that made Marine Lance Cpl. James Blake Miller - the "Marlboro Marine" - famous. This photo also changed my life. I’m Luis Sinco, a Los Angeles Times staff photographer, and I took it while embedded with his Marine unit in Fallouja. We had spent the previous night in a traffic circle, pinned down by enemy fire, and just before I snapped this photo, a tank had blasted an insurgent position next door to ours.
Many people looked at the photo and saw a heroic figure; I saw, in his eyes, a man at the point of breaking. It was how I felt, too
.", in LA Times, 11 de Novembro

O reflexo da guerra no rosto e fotografia de um repórter. Mais um exemplo em como a arte da fotografia é fantástica e grava um momento irrepetível, como este segundo antes da explosão de um tanque de guerra, no Iraque.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Desculpai lá

Só para dizer que ele:

EXISTE! E frequenta o mesmo ginásio que eu. Eu sei que soa a pita histérica, mas se vissem a Natalie Portman (para os rapazes-pode ser?), a dois metros de distância ficariam como eu.

Desculpai - 2ª pessoa do plural do imperativo do verbo desculpar. E sim também existe, palavra de EL.

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