Eles representam-me
A verdade é que fiquei logo com pé atrás: "Heróis? Então vão fazer uma série baseada nos X-Men?". Estava completamente errado. Vi os primeiros dois episódios na FOX mas acabei por arranjar a série completa para ver quando me apetecesse. Mesmo nos primeiros episódios, enquanto a introdução da série continuava, a ideia dos X-Men continuou na minha cabeça. Pensava que aquela rapariga de claque invencível, mais tarde ou mais cedo, iria ser contactada para vestir um fato de cabedal e viajar numa nave espacial. Mais uma vez, enganei-me. Heroes é uma série baseada nas capacidades da mente da raça humana. Diz-se que a mente humana ainda não foi minimamente aproveitada. A série desenvolve uma teoria evolutiva no que toca à capacidade do uso da mente.
Heroes está muito bem construído. Dou constantemente por mim a pensar como é que alguém conseguiu construir aquelas vidas e juntar destinos de forma tão fenomenal, sem clichés e de maneira completamente verosímil (isto é ilustrado de forma abstracta no episódio em que Hiro vai ao futuro e vê representada a timeline com linhas de diferentes cores).
As analepses e prolepses estão completamente bem inseridas e só servem para enriquecer ainda mais esta série.
Mas nem só da narrativa vive esta série. Visualmente já me deixou de boca aberta várias vezes (e não é fácil, depende do decote), principalmente quando o Hiro Nakamira decide parar o tempo.
As personagens são de uma riqueza impressionante. Comecei por ficar fã do Hiro, o japonês simpático que controla o espaço e o tempo.
Mas mais para o fim, o Sylar (o parasita) conquistou-me. Sylar é a personagem arrogante que me faltava. E essa arrogância não tardou a aparecer assim que ficamos a saber mais sobre Sylar, egocêntrico e cruel.
Mas também as beldades têm lugar na série. Um dos casos é o de Ali Larter, que sofre de dupla personalidade. Esta senhora já foi capa da MAXIM.
Parece que ultimamente, as séries nos invadiram e todos nós sofremos com a greve dos guionistas dos EUA. Mas porquê isto? Penso que tudo isto tem a ver com as séries serem cada vez mais cinematográficas, ou seja, cada vez têm mais qualidade. E com um aspecto que as torna melhores que os filmes: a duração. Quantos de nós vimos aquele filme de duas horas e meia que não nos importávamos nada que tivesse mais três horitas para continuarmos naquele mundo por mais tempo?
Heroes é um vício, saudável.
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Eu gostei muito, mas não vi tudo. não conseguia acompanhar e é uma série que deve ser seguida de perto, por ter um enredo tão inteligentemente construído. Por isso ainda espero que "alguém" me empreste.
A Ali Larter é bem boa, mas olha que a Hayden Panettiere, não lhe fica atrás.
Falando sobre a série, posso dizer que ainda não me "arrebatou" totalmente, gostei dos episódios que vi, mas não acompanhei todos( eram "despachados" aos dois por tarde na Tvi). Mas sendo possuidor de alguns episódios, espero que neste, sempre atarefado, ínico de semestre possa ver alguns e esperar para ver que efeito me despertam.
Esqueci-me de referir que a menina, Hayden Panettiere, também já andou pela Maxim.
Só não meti a Hayden porque não encontrei fotos dela do episódio no futuro. Aí sim fica bem bonita!
Acreditas que acabei agora um trabalho sobre a "cinematografização" da ficção televisiva!
Sublinho aquilo que disseste mas não só pela duração, por tudo, desde realização à direcção de fotografia.
Tudo começa pela qualidade incrivel dos "grevistas" e continua através do sentido coeso e claro da equipa de realização. É um prazer ver boa televisão, goste-se ou não da narrayiva ou das personagens...
Já falei asério demais... =P
A série deste-me vontade de conhecer... ou então foi a loira... mas conseguiram... =)
hug,
gui
(ramboiablog.blogspot.com)
A gaja chama-se Ali e é loira. É normal que seja boa!
curiosidade sim, quero ver!
o que eu estava procurando, obrigado
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