terça-feira, 16 de dezembro de 2008

RE(gina)SPEKT(or)


Tem 28 anos.

Nasceu na antiga União Soviética.

Os pais hesitaram em emigrar para os EUA por causa da sua dedicação ao piano.

Diz que já compôs mais de 700 músicas!

Tenho pena de só a ter descoberto agora (no dueto que faz com Ben Folds em You Don't Know Me), uma vez que ela começou a dar cartas em 2001 e atingiu o sucesso em 2003, quando lançou Soviet Kitsch.

É uma menina às direitas.

Uma que eu gosto muito, um cover de Real Love, um original de John Lennon. Magia nas mãos e na voz dela, não é?



"All my little plans and schemes
Lost like some forgotten dream
Seems like all i really was doing
Was waiting for you

Just like little girls and boys
Playing with their little toys
Seems like all they really were doing
Was waiting for you

Don't need to be alone
No need to be alone

It's real love
It's real, yes it's real love
It's real

From this moment on i know
Exactly where my life will go
Seems that all i really was doing
Was waiting for love

Don't need to be afraid
No need to be afraid

It's real love
It's real, yes it's real love
It's real

Thought i'd been in love before,
But in my heart i wanted more
Seems like all i really was doing
Was waiting for you

Don't need to be alone
No need to be alone

It's real love
Yes it's real, yes it's real love
It's real, yes it's real love..."

Antecipar a consoada

Eu vou à consoada Florcaveira nanana...

sábado, 13 de dezembro de 2008

Pedro (com) Paixão

Tantos corações onde gosto de me perder e depois encontrar-me e ficar perdida dentro de mim. Tenho uma multidão de corações, sem emoções, sem medos. Não quero um morrer de pulsações. Não quero uma multidão, quero um coração. A multidão perde-me, um coração salva-me. Não vês? Não vês que os corações também se gastam?

"Hoje ganhei eu"

Qual é a sensação de entrar na FNAC para ouvir alguma coisa de Anthony and the Johnsons enquanto se espera que os amigos cheguem para ir ao cinema e se dá de caras com O bruno Nogueira (que, afinal não é assim tão alto), logo a seguir o Nuno Markl e o Nuno Lopes??
Joelhos a tremer e cara de pasmada, a sério, nem eu sabia que a minha admiração ia tão longe...
Cheirou-me logo a Contemporâneos, longe estava eu de imaginar que era o dia do lançamento do DVD. Que pontaria!
E lá fiquei eu, atrás dum senhor mais ou menos da altura do Bruno, e ia espreitando por uma brecha entre ele e a companheira.
E o que eu lutei para ficar ali! A minha indignação devia-se a três factores pricipalmente:
- Havia câmaras na sala o que me impediu de falar, se falasse, teria certamente desmaiado. Não sei porquê, mas eu reajo assim, principalmente se o camera for um desconhecido. Há quem tenha medo de agulhas e sangue, eu tenho medo de câmaras, pronto que se há-de fazer?
- As miúdas sentadas na mesa à minha frente tinham a "Empire" e tem o Wolverine na capa, que vontade de lha pedir.
- Estava uma senhora atrás de mim, constantemente a suspirar para o meu pescoço, seria de paixão por algum deles, ou estava só entediada? Felizmente, só ficou uns dez longos minutos.
Mas valeu a pena cada bafinho, porque foi delicioso do princípio ao fim.
O que eu mais gostei, sem dúvida, foi vê-los, a rirem-se do que tinham feito, deve ser gratificante pensar "ena pá, temos mesmo imensa graça". E têm.



Uma excelente prenda de Natal (o Pai Natal discorda, mas enfim, ele que vá trabalhar!).


Depois os sketches, só não gostei muito do do "Ensaio sobre a sinusite", mas a música de solidariedade para com os ricos, o Chato a Chatear (com C grande, claro) o Pai Natal, as entrevistas do Bruno, aliás as respostas das pessoas. A melhor frase foi "upa...rabanadas" lindo! E é realmente uma pena que só se vejam pequenos treichos, devem andar pérolas por aí...

O desespero do Bruno por não haver perguntas, a resposta adequadíssima à pergunta "porque não há mais mulheres?", eu diria, como mulher, que nós não temos muita graça, podemos ter sentido de humor, mas não somos tão engraçadas, na generalidade.

Adorei o agradecimento à Ana Galvão (é bonito como o Markl a põe em tudo o que faz e corou!), foi duma piada dela que a personagem do chato começou a ser criada e foi lindo ouvir o Markl a reproduzir: "ah olhem p'ra mim, sou o guionista, escrevo tão bem...". E ela é, de facto, linda.

Outra coisa que me surprendeu foi ver pessoas mais velhas, ou seja, na faixa dos quarenta e tal, cinquenta e tal, primeiro ainda pensei "são os pais deles". Mas era gente a mais. E fiquei muito feliz por perceber que os Contemporâneos são vistos (com gosto) por pessoas mais velhas e, que talvez, as notícias que os condenam à extinção não tenham assim tanto de verdade quanto isso.

Desde já o meu grande aplauso, uma vénia até, às imitações do Luís, já o tinha visto na faculdade (sim estou a maniar-me por frequentar a melhor faculdade do mundo e talvez de África) e, apesar da vontade de lhe pedir para imitar o Alberto João Jardim, nunca o tinha visto ao vivo. Para além da voz, ele capta na perfeição os gestos. Adorei!

Mas o que realmente me fascnou foi a decoração da sala, com fotografias de Ricardo Quaresma alusivas ao 15º aniversário das Produções Fictícias, vão ficar expostas por mais algum tempo, se eu percebesse de fotografia dissertaria uma boa e longa crítica, assim digo só que trasparecem emoção.
Aproveitei uma inscrição da que mais gostei para o título do artigo.

Quando eu me sento para escrever meia dúzia de coisas, porque senão esquecer-me-ia e aproveitar para absorver mais de perto o que teriam para dizer o Nuno Artur Silva diz "vamos à última pergunta", porque a seguir haveria uma sessão de autógrafos.

Para terminar, se alguém viu o programa, eu deixo a pergunta: a senhora mulata, que o Bruno entrevistou, não fala mesmo, mesmo, mas meeeeeesmo como o Bruno Aleixo?

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

MUITO BOA

Vampire weekend, influenciados pela música popular africana, um toque de country e punk e isto tudo dá um belo sorriso na cara e uma vontade incrível de dançar. Só existem desde 2006, mas os meninos de Oxford Comma têm feito muito sucesso nos USA, fazer figas para pisarem solo português em 2009.

O vídeo de A-punk dá vontade de rir, pela maneira frenética como se mexem. Quero ver quem é que consegue ouvir sem dar ao pezinho (sem acento, sim!).



A A A

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Back to MOH'BEE

Moby means impressive, immense, extreme, the largest.

That's when we feel we are so hardly troubled, and we find someone like you. I'm loving being saved, I won't leave the edge only to keep you by my side.

My soul...for the reaper!

The only thing I would like to remember is when I first saw your face. But you started by showing your heart,so big, so warm, so embracing. I couldn't help to move and live inside of it. I never needed to stare at you, because I could hear your heartbeat. It was my life's soundtrack.
I never thought I'd become homeless. The world is so small, so cold, so despising.
A year ago you said: "people only see what they want to see".
I see it now, but how could I believe it? It's the same face!, only not the same heart.



Win One For The Reaper - Lost's season 1 soundtrack

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Azar...

Azar ou má sorte ou lá o que se possa chamar é fazer centenas de quilómentros para se ir ter com a pessoa por quem se é obcecado, ter um furo, ficar sem bateria, às tantas da madrugada e esperar pela assistência de viagem debaixo dum frio glaciar, porque essa pessoa estava a dormir com outra pessoa! E ainda passar por mentiroso... Espero que nunca me aconteça nada parecido sequer. Que fado! Melhor sorte para a próxima...

Foo Fighters

Hoje apeteceu-me esta...
To me, this is undoubtly "The best of you".

http://www.youtube.com/watch?v=6DKXGpMGY_o

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Found in translation

No me siento, aunque con esos sonidos con que me confortas. No me siento bien porque haces promesas que rompes. En tu casa. Porque no partillamos nuestra soledad? Nada es tan puro ahora , como la soledad.
Es difícil hacer sentido, siento como si te sintiera atraves de una lente. Sí alguién viene, me quedo aquí, sentada a oir el tambor. Antes nunca le había llamado soledad.

Entonces llévame, llévame para aquel desierto, apaga la ignición y date la vuelta. LLeva las estrellas, yo llevaré las libélulas y cojeme de la mano. Sí me besaras... Tú ayuda es aquí, pero estoy detenida en este desierto, a las puertas del corazón, me he ganado... y no me has salvado.

Te desarmo con una sonrisa, lo que escojo es lo que es, porque años me queman. Te desarmo con una sonrisa, pero te dejo sólo como me han dejado a mí, porque los años me quemam tanto. No quiero esperarte, aún así, te dejo mi sonrisa.

Porque eres la persona que me hace sentir mucho más alta de lo que eres tu, te miro hace demasiado tiempo, que tengo en la cabeza? Nada que sobre para que se pierda. Y cuándo suena la campana és duro, tan malo, tan adentro.

Compraré esta casa y la quemaré, quédate conmigo, enquanto se desmorona, hasta que sienta todo lo que sientes, la quemaré para hacerle el mismo que te ha hecho a tí. Lucharé, si me dices una unica cosa por la que valga la pena hacerlo. Algunos lloran, otros se rien con el brillo naranja y tu te sientas ahí y me preguntas porque?!

Encuentrame en el camino, en la esquina, en la puente, quiero llorar! Encuentrame en un capullo. Llamame encuanto me pides que me vaya, que empieze como quiera continuar. Dos lados de un mismo adiós.

Y así es, como dijiste que sería, la vida me pasa de espacio, la mayoria de las veces, es así, como dijiste que tendría que ser, nos hemos olvidado.


Nota:
escrito sem recurso a dicionários de qualquer espécie (um pedido de misericórdia por qualquer erro que possa ser encontrado).

Powered By Blogger

Etiquetas

BloguEL © 2008. Template by Dicas Blogger.

TOPO  

counter to blogger