segunda-feira, 31 de março de 2008
domingo, 30 de março de 2008
"Where are we going? Nowhere!"
A nossa vida é limitada pela região em que nascemos, pelo local em que se encontra a nossa casa - por mais longe que possamos ir, "temos" sempre de voltar. Toda a gente já sentiu vontade de largar tudo e descobrir como é a vida sem relógios, sem obrigações nem burocracias, longe do consumismo e das imposições morais da sociedade, essas coisas de que afinal somos dependentes e às vezes nem são assim tão más, vá (quem não gosta de ter muito dinheiro e comprar tudo e mais alguma coisa? e quem não goza com os homossexuais, mesmo que saiba que está errado? pronto). Depois de ver «Into the Wild» tive mesmo vontade de deixar tudo e ir por aí sem rumo, mas acho que se chegasse ali ao Chiado já era muito, e não ia resultar bem a ideia de não ter dinheiro para ir ao cinema e comer bem. É impossível e nunca dá bom resultado, como prova este filme baseado na história verídica de Christopher McCandless, por isso acho que me contento com um inter-rail.
Publicada por Fátima à(s) 03:44 5 comentários
Etiquetas: cinema, into the wild
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Ken Lee Tulibu Dibu Douchoo ou Can't Live Without You
O grande mito dos Ídolos da Bulgária, que reinventou a música «Without You» da Mariah Carey com um dialecto muito original. Ela acabou por ser chamada para cantar em algumas galas e foi melhorando o seu "inglês".
Confesso que até acho mais piada a esta versão.
Publicada por Fátima à(s) 11:32 4 comentários
Etiquetas: ídolos
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Farmacêuticos
Uma amiga minha entrou para Ciências Farmacêuticas este ano. A primeira coisa que lhe perguntei foi: "tens uma cadeira de descodificação de caligrafia de médico"? Ela não se riu e confessou que é algo que também a assusta. Mas parece que essa cadeira não existe, e ninguém sabe muito bem como é que os farmacêuticos entendem os hieróglifos dos médicos. A única explicação que arranjo é que os farmacêuticos associam os medicamentos aos clientes por lógica: um %&$#$ na receita de um cliente rouco só pode ser um Maxilase.
Mas não é só nisto que os farmacêuticos são estranhos. No outro dia essa minha amiga esteve doente e perguntei se já tinha tomado alguma coisa, ao que ela respondeu "não, faz mal tomar medicamentos"...
Publicada por Fátima à(s) 14:57 3 comentários
Etiquetas: farmacêuticos
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Como é que é possível gostar de homens? Não consigo compreender.
Os homens:
- Têm pelos;
- Gostam de se sujar;
- Idolatram desportos violentos;
- e ainda mais chocante -
- Têm o órgão sexual ao pendurão.
É por isso que eu, como Ser Humano decente, gosto de mulheres (raparigas vá).
Mas pior que as mulheres gostarem de homens (que até se compreende, porque os opostos se atraem) é homens gostarem de homens. Isso ultrapassa-me completamente.
Não percebo, nem quero perceber estes gajos.
Há muitas informações acerca destes problemas neste site. Hehehe
Palavra de Tipo
Publicada por Tipo à(s) 12:10 6 comentários
Etiquetas: homens
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Publicada por Fátima à(s) 11:24 4 comentários
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Acho que estou doente. Muito doente! Devo ter uma síndroma muito rara, daquelas que têm nomes esquisitos de pessoas estranhas. E porque digo eu isto? Porque é o segundo dia consecutivo em que me acontece o seguinte: acordo muito antes da hora. Explico melhor. Ontem tinha de apanhar o autocarro de manhã para vir ou ir (depende da vossa localização) para Lisboa. Levantei-me às 7h, arranjei-me e às 7h45 estava de malas à porta, os meus pais quando me viram perguntaram "onde vais?", nem respondi, achava que estavam a gozar comigo. E pois senão quando o meu pai disse "então mas o autocarro é só às 8h30". Ah bom! Nesse caso vou tomar o pequeno-almoço. Como é possível que, depois de 4 anos, quase 5, eu me tenha esquecido do horário?
E hoje, levanto-me uma hora e meia antes da aula. Porquê? Para ir a pé. Uma vez que de Sete Rios à Avenida de Berna demoro mais ou menos meia hora. Tudo bem até aqui. Já prontinha e tal, num acto de loucura fui confirmar o horário, sim porque eu tinha a certeza que a aula era às 10h. Não?? É só ao meio-dia? C'um caneco, estou doente, só pode. E foi assim que descobri.
Publicada por EL à(s) 09:23 2 comentários
Etiquetas: acordar cedo
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O fenómeno
ui! Outro?!
vá, vamos la.... - esfregar as mãos e - .... começa!
O fenómeno espalha-se
É verdade, só recentemente foi comprovado, mas o fenómeno "pinhimania" existe e é contagioso!
E que vírus raro é este? Por coincidência (pura coincidência) todos os emigrantes que foram para a França sofrem desta terrível doença… é triste, mas é assim.
Sintomas:
- > tendência a aparecer em fotos a fazer “beicinho” e com cara de mauzão;
- > uso de roupa branca (mais de 80% do vestuário); 
-> orgulho em exibir símbolos alusivos a uma religião (geralmente a cristã);
-> falar muito, muito mesmo, com as mãos (com gestos chamados de “dread”).
Pois bem, se até ao momento estávamos tranquilos no nosso cantinho, este é o momento em que devemos começar a preocupar-nos.
Já há registos dos primeiros Tugas infectados com este mal. Entre muitos relatos que se diziam mitos, consegui finalmente obter uma foto bastante credível.
Garanto que é um português que gosta de ser chamado “50 cent” (mais uma prova do avançado estado de infecção do individuo).
Cuidado! Nem o preservativo é suficientemente resistente a este vírus, por isso, sexo com esta pessoa NUNCA!
Publicada por Tipo à(s) 23:10 15 comentários
Etiquetas: pinhis
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Há um fenómeno que eu nunca entendi. O porquê de se acenderem isqueiros nos concertos... Luzinhas a brilhar no escuro, bá! Gasta-se o gás do isqueiro, que suponho eu não tenha sido comprado de propósito para acender numa ou outra balada. O isqueiro aquece e podem queimar os dedos e pior!, queimar o cabelo das pessoas. Eu não quero cá chamas lamechas à minha volta, xô!
Publicada por EL à(s) 17:25 5 comentários
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Vivemos numa geração em que o plástico domina como material de que quase todos os objectos que utilizamos são feitos, ou pelo menos, entra na constituição de algumas partes. São indiscutíveis as suas qualidades e versatilidade. E se houvesse um polímero capaz de se autorregenerar? Pois é, parece que mais uma vez o que foi retratado pela ficção científica, é agora possível. Foi descoberto no ano passado pelos cientistas da Universidade do Illinois (wherelse?). Quando existe uma fenda no material, as pequenas partículas, voltam a polimerizar, retomando a forma inicial. O seu mecanismo de regeneração é comparado ao da pele e o processo demora cerca de 10 horas. Já é utilizado nalgumas tintas para veículos e pode revolucionar o mundo da aeronáutica (em aviões e naves espaciais) e da medicina (em implantes e próteses). Curioso, hein?
Publicada por EL à(s) 14:23 2 comentários
Etiquetas: plástico
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Publicada por Fátima à(s) 13:20 4 comentários
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American Idol
Em versão Simpson:
Publicada por PL à(s) 22:15 2 comentários
Etiquetas: simpsons
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...está à espera de um filme cheio de dilemas existenciais profundos? Claro que não. Quem vai ver o novo filme do Silvestre Stallone vai para ver tiros, flechas, facadas e já que estamos a pedir, pedimos muito sangue. E temos lá sangue sim senhor, muito sangue. Quem vai ver Rambo, tem que estar preparado para uns fotogramas bem vermelhinhos. 1/4 da celulóide de John Rambo foi pintada de vermelho. Mas é sangue bem espalhadinho. Aplicado, com certeza, na pós-produção do filme. Isto tudo para dizer que gostei bastante dos efeitos visuais.
Tarantino, disse, no programa de Charlie Rose, há uns anos, que quando a crítica se queixa do excesso de violência num filme, o realizador deve-se sentir satisfeito, porque conseguiu passar a ideia de maneira correcta.
John Rambo é um filme pouco palavroso, é, essencialmente, um filme de acção.
E foi na minha sessão, ou o som do filme estava um pouco estranho? Já agora, aproveito para dizer que a sessão foi bem projectada.
Publicada por PL à(s) 21:04 3 comentários
Etiquetas: cinema
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(Vídeo da aluna da escola Carolina Michaelis, no Porto, a agredir a professora de Francês para que esta lhe dê o telemóvel. Já foi apagado do youtube e a aluna vai ser transferida para outra escola.)
Impressionante como os putos de hoje em dia têm a lata de gritar com os professores. Não têm respeito por ninguém. Estes ainda deviam levar umas reguadas como antigamente.
Publicada por Fátima à(s) 16:59 2 comentários
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quarta-feira, 19 de março de 2008
Take 2, acção!
Desde a saudosa Première que não há revistas de cinema em Portugal, o que é lamentável para o público cinéfilo e para a arte em si, que merece destaque. Felizmente houve quem pensou nisso e criou uma nova revista! Chama-se Take e tem reportagens, críticas, entrevistas, estreias, dvds, tudo o que o bom cinéfilo precisa à cabeceira. Consultem a revista aqui.
Publicada por Fátima à(s) 00:23 4 comentários
Etiquetas: cinema
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sexta-feira, 14 de março de 2008
Já agora...
...dou a minha morada a quem me quiser oferecer isto:
Publicada por PL à(s) 13:23 5 comentários
Etiquetas: cinema
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Do teu lado direito, na sidebar, podes jogar o jogo da Beatrix Kiddo.
Publicada por PL à(s) 13:22 3 comentários
Etiquetas: cinema
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Déjà vu Manobras na Casa Branca?
O Governador de Nova Iorque demitiu-se por não aguentar a polémica da sua indecorosa conduta sexual. Parece que o senhor Spitzer levou o slogan «à grande e à americana» muito a sério e gastou 52 mil euros com prostitutas.
O problema é que o Governador Spitzer não tinha como consultor o Robert «Conrad» DeNiro nem o George «Michael Clayton», senão tinha-se safado inventando uma boa guerra contra a Albânia ou qualquer outra patetice de manchete fast-food.
Publicada por Fátima à(s) 19:46 6 comentários
Etiquetas: cinema
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Street Fighter 2
Que dizer sobre o ano de 1993? Foi ano em que passávamos os dias a jogar Street Fighter 2 nas máquinas dos cafés. Macho entre os 20 e 35 teve obrigatoriamente de jogar este jogo. O jogo vendeu 6 milhões de cópias na altura.
Encontrei um artigo espectacular sobre este jogo. Vamos lá ver se o consigo resumir.
Uma das coisas estranhas no jogo era que as personagens asiáticas, não pareciam asiáticas.
O eterno Ryu, por exemplo, parecia o karate kid Ralph Macchio.
Japonês? Não creio.
A personagem final, o duríssimo de bater M. Bison, fica ridículo na forma original encontrada, o Dudley Do-Right.
O Sagat, mais parece aquele gajo do Waterworld:
E.Honda, é uma mistura de três personagens mundialmente conhecidas. Luciano Pavarotti, Richard Nixon e Ultimate Warrior.
Em Street Fighter, bater em mulheres era culturalmente aceite.
E se isso fosse feito em público era motivo de celebração.
Muitas vezes, as lutas era assistidas dos barcos e outras vezes por verdeiros hooligans.
E as mulheres? Também lá estavam.
Publicada por PL à(s) 12:06 5 comentários
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segunda-feira, 10 de março de 2008
Como adoro...
...o genérico do Dexter.
Para uma série ser mesmo boa tem de ter um genérico à altura. Não supera o dos Sopranos, mas está lá perto. Até porque Sopranos é arte, e não série.
Já agora:
Publicada por PL à(s) 23:51 2 comentários
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Como toda a gente sabe, a minha lista de pretendentes é interminável (parar de rir por favor!, obrigado). Estes dois estão no topo, mas não me peçam para escolher um deles.
Este?
Adam Brody
Ou Este?
Dave Annable
Publicada por EL à(s) 00:37 3 comentários
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domingo, 9 de março de 2008
O Médio Oriente no Grande Ecrã
«Caramel» e «Persépolis». O primeiro tem nome de doce e foi realizado por uma libanesa, o segundo foi realizado por uma iraniana e tem o nome da capital do antigo Império Persa, que na Antiguidade dominou a região do Médio Oriente.
«Caramel» é sobre cinco mulheres de gerações e religiões diferentes, que se encontram regularmente num salão de beleza em Beirute para discutir os seus problemas que afinal resumem os dramas da mulher comum.
«Persépolis» é um género de «filme autobiográfico» que retrata a vida de uma menina precoce e extrovertida no instável país que é o Irão, um filme que tinha de ser de animação porque afinal é uma descoberta que parte da infância, uma revolta inocente pelas limitações de expressão e pelas imposições da religião - afinal «Persépolis» é o desenho que Marjane Satrapi, realizadora e protagonista, faz do próprio país, e isso também é uma maneira de nos mostrar de maneira mais simples e acessível como é afinal o Irão, esse mito dos telejornais, esse nome entre tantos dos países do Médio Oriente, essa parte do país que soa como «Voldemort» para a maior parte do mundo e em especial para os Estados Unidos da América.
Mas afinal o que é que «Caramel» e «Persépolis» têm em comum? Simples. Tanto Nadine Labaki, realizadora de «Caramel», como Marjane Satrapi quiseram mostrar que os seus países não são apenas um bando de pessoas com pistolas na mão como os imaginamos e vemos sempre na televisão, mas um conjunto de pessoas cultas e corajosas, que fazem a sua vida apesar das bombas que lhes caem a milímetros dos pés. Estas duas cineastas não quiseram insurgir-se contra o mundo pelo facto de sofrerem e precisarem de ajuda, quiseram apenas partilhar a cultura de uma zona que generalizamos como «perigosa». Em «Caramel», vemos um cenário parecido aos filmes de Pedro Almodóvar, histórias divertidas, bem escritas, e interessantes do ponto de vista humano, psicológico, no seio do Líbano, onde as mulheres vivem segundo algumas limitações religiosas e sociais: nem todas vestem burkas mas espera-se que casem virgens, que casem cedo, não se aceita a homossexualidade, entre outras coisas. Em «Persépolis», percebemos que Marjane vive a Revolução Islâmica, mas um pouco à semelhança do governo de Salazar, alimenta-se do que é censurado e procura estudar, desenvolver-se, conhecer outros países, e lutar contra os preconceitos dizendo bem alto «sim, sou iraniana, mas não é por ser do Médio Oriente que sou terrorista».
Estas duas realizadoras têm também um sentimento que nós não temos: o compromisso com o país. Elas fizeram estes filmes sem segundas intenções nem mensagens subliminares contra o mundo Ocidental, a sua ideia era mesmo fazer algo por esse lado do mundo que não conhece a sua realidade. Nadine Labaki admitiu que se sentiu um pouco estranha por ter feito um filme que não falava da guerra, o primeiro na história do cinema do Líbano, mas afinal quem precisa de filmes sobre guerra quando se acumulam nos cinemas e nos deixam sem uma imagem real do país, essas paisagens que não conhecemos, as pessoas não-feridas, debaixo dos destroços? Mas nós não queremos fazer filmes sobre Portugal, porque somos um país como os outros agora, e fazemos filmes sobre histórias que pouco têm a ver com a nossa cultura. Estas pessoas não. Apesar da guerra e de todos os problemas, têm muito carinho pelo seu país, coisa que nós não sentimos activamente, talvez porque não estamos em guerra como eles.
«Caramel» e «Persépolis», versões limpas de sangue e ruínas do Médio Oriente, aconselháveis especialmente a pessoas que dizem «Médio Oriente? Era mandar para lá uma bomba e rebentar com tudo».
Publicada por Fátima à(s) 01:54 3 comentários
Etiquetas: cinema
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Dia da Mulher (que tem de diferente dos outros?)
Como já passa da meia-noite já posso dizer que é Dia da Mulher. Não vou voltar a repetir a pergunta do título, mas enfim, vou aproveitar para escrever um pouco do que eu acho das mulheres, com toda a legitimidade para criticar, positiva e negativamente, afinal, sou uma! Claro que vou generalizar, por isso não me venham com comentários a dizer que isto ou aquilo não é assim, mostra que se identificaram. E, na verdade, espero que assim seja...
Começando pelos defeitos, somos idealistas, achamos que podemos mudar tudo, esperamos sempre pelo príncipe encantado, mesmo sabendo que não existem!, somos chatas, em todos os sentidos possíveis e imaginários e ainda mais (sim, é possível) com síndrome pré-menstrual. Falamos muito, muito, muito. Conduzimos mal, não percebemos nada de marcas de carros, nem de nomes de peças, nem de mudar pneus, nem de verificar óleos e águas antes de viagens, nem gostamos de ir à bomba de gasolina - aqui incluo-me por pura solidariedade, que vergonha mulheres! Choramos por tudo e por nada, e choramos outra vez. Temos um sentido de humor fraquinho a atirar para o negro, eu digo que é proporcional ao QI. Criticamos a roupa, o calçado, o penteado, a maquilhagem, tudo, tudo umas das outras. Não sabemos guardar segredos, a não ser os nossos. Temos manias muito estranhas, que são contagiosas! Gostamos de um bom mexerico. Somos obcecadas com o peso, emagrecer ou engordar, mas nunca estamos contentes. Raramente gostamos das namoradas dos amigos, mas dizemos que sim. E continuo a surpreender-me com a nossa capacidade de fingir, cinismo, sarcasmo, mentira, é connosco sim senhor.
Em contrapartida, temos uma inteligência intuitiva, se bem que são poucas as que a sabem usar, às vezes gostamos de nos fazer de ingénuas, altruístas, quase sempre demais. Somos honestas, mesmo que às vezes pareçamos demasiado duras. Sabemos reconhecer que errámos e pedimos desculpa de coração. Temos a capacidade de mudar completamente de visual, com um pouco de maquilhagem ou mudança de penteado ou corte de cabelo. Apesar de sofrermos cmó diabo com depilações, exfoliações, secadores e afins temos um corpo esteticamente incrível! Gostamos de estar bonitas, a maior parte das vezes para fazer inveja às outras mulheres e não para agradar aos homens e conseguimos! Somos organizadas, gostamos de planear tudo, mesmo sabendo que não conseguiremos fazer tudo o que planeámos. Somos boas ouvintes e sabemos dar conselhos, mesmo com pouca experiência em tudo o que se possa imaginar. Cozinhamos divinamente e adoramos comer. Equilibramo-nos nos mais altos saltos, como se andássemos de pantufas. Ao contrário do que a maioria dos homens pensa, gostamos de sexo, e quando não, a culpa é deles. Somos todas diferentes e especiais.
Publicada por EL à(s) 00:34 5 comentários
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Markl e Ricardo na Egitânia
Pois é, foram convidados pela rádio altitude (90.9 fm lá para aqueles lados) para falarem um pouco do humor português, na Guarda. A ver que acha o marquelezinho da minha (que megalomania, eu sei) cidade.
Publicada por EL à(s) 00:26 4 comentários
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quinta-feira, 6 de março de 2008
terça-feira, 4 de março de 2008
Para onde foge o primeiro olhar?
Publicada por PL à(s) 20:12 4 comentários
Etiquetas: cinema, halle berry
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Humor negro
Tou com preguiça de escrever, mas apetece-me postar. Portanto vou só deixar o nome da música dos «Cancro»: «Um dia destes dou um tiro na cabeça e digo que foste tu»
Como amava ter dito isto primeiro. Long live dark humour (paradoxo sem querer)! Ah e só gostei do título, a música da banda não é muito o meu género, é electro experimental, mas experimentem ouvir. Acho que algumas das músicas ficavam bem na banda sonora de um filme.
E não resisto a partilhar outro título genial: «Arrastando um corpo pelo corredor da morgue».
Publicada por Fátima à(s) 00:22 2 comentários
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