terça-feira, 11 de março de 2008
segunda-feira, 10 de março de 2008
Como adoro...
...o genérico do Dexter.
Para uma série ser mesmo boa tem de ter um genérico à altura. Não supera o dos Sopranos, mas está lá perto. Até porque Sopranos é arte, e não série.
Já agora:
Publicada por PL à(s) 23:51 2 comentários
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Como toda a gente sabe, a minha lista de pretendentes é interminável (parar de rir por favor!, obrigado). Estes dois estão no topo, mas não me peçam para escolher um deles.
Este?
Adam Brody
Ou Este?
Dave Annable
Publicada por EL à(s) 00:37 3 comentários
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domingo, 9 de março de 2008
O Médio Oriente no Grande Ecrã
«Caramel» e «Persépolis». O primeiro tem nome de doce e foi realizado por uma libanesa, o segundo foi realizado por uma iraniana e tem o nome da capital do antigo Império Persa, que na Antiguidade dominou a região do Médio Oriente.
«Caramel» é sobre cinco mulheres de gerações e religiões diferentes, que se encontram regularmente num salão de beleza em Beirute para discutir os seus problemas que afinal resumem os dramas da mulher comum.
«Persépolis» é um género de «filme autobiográfico» que retrata a vida de uma menina precoce e extrovertida no instável país que é o Irão, um filme que tinha de ser de animação porque afinal é uma descoberta que parte da infância, uma revolta inocente pelas limitações de expressão e pelas imposições da religião - afinal «Persépolis» é o desenho que Marjane Satrapi, realizadora e protagonista, faz do próprio país, e isso também é uma maneira de nos mostrar de maneira mais simples e acessível como é afinal o Irão, esse mito dos telejornais, esse nome entre tantos dos países do Médio Oriente, essa parte do país que soa como «Voldemort» para a maior parte do mundo e em especial para os Estados Unidos da América.
Mas afinal o que é que «Caramel» e «Persépolis» têm em comum? Simples. Tanto Nadine Labaki, realizadora de «Caramel», como Marjane Satrapi quiseram mostrar que os seus países não são apenas um bando de pessoas com pistolas na mão como os imaginamos e vemos sempre na televisão, mas um conjunto de pessoas cultas e corajosas, que fazem a sua vida apesar das bombas que lhes caem a milímetros dos pés. Estas duas cineastas não quiseram insurgir-se contra o mundo pelo facto de sofrerem e precisarem de ajuda, quiseram apenas partilhar a cultura de uma zona que generalizamos como «perigosa». Em «Caramel», vemos um cenário parecido aos filmes de Pedro Almodóvar, histórias divertidas, bem escritas, e interessantes do ponto de vista humano, psicológico, no seio do Líbano, onde as mulheres vivem segundo algumas limitações religiosas e sociais: nem todas vestem burkas mas espera-se que casem virgens, que casem cedo, não se aceita a homossexualidade, entre outras coisas. Em «Persépolis», percebemos que Marjane vive a Revolução Islâmica, mas um pouco à semelhança do governo de Salazar, alimenta-se do que é censurado e procura estudar, desenvolver-se, conhecer outros países, e lutar contra os preconceitos dizendo bem alto «sim, sou iraniana, mas não é por ser do Médio Oriente que sou terrorista».
Estas duas realizadoras têm também um sentimento que nós não temos: o compromisso com o país. Elas fizeram estes filmes sem segundas intenções nem mensagens subliminares contra o mundo Ocidental, a sua ideia era mesmo fazer algo por esse lado do mundo que não conhece a sua realidade. Nadine Labaki admitiu que se sentiu um pouco estranha por ter feito um filme que não falava da guerra, o primeiro na história do cinema do Líbano, mas afinal quem precisa de filmes sobre guerra quando se acumulam nos cinemas e nos deixam sem uma imagem real do país, essas paisagens que não conhecemos, as pessoas não-feridas, debaixo dos destroços? Mas nós não queremos fazer filmes sobre Portugal, porque somos um país como os outros agora, e fazemos filmes sobre histórias que pouco têm a ver com a nossa cultura. Estas pessoas não. Apesar da guerra e de todos os problemas, têm muito carinho pelo seu país, coisa que nós não sentimos activamente, talvez porque não estamos em guerra como eles.
«Caramel» e «Persépolis», versões limpas de sangue e ruínas do Médio Oriente, aconselháveis especialmente a pessoas que dizem «Médio Oriente? Era mandar para lá uma bomba e rebentar com tudo».
Publicada por Fátima à(s) 01:54 3 comentários
Etiquetas: cinema
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Dia da Mulher (que tem de diferente dos outros?)
Como já passa da meia-noite já posso dizer que é Dia da Mulher. Não vou voltar a repetir a pergunta do título, mas enfim, vou aproveitar para escrever um pouco do que eu acho das mulheres, com toda a legitimidade para criticar, positiva e negativamente, afinal, sou uma! Claro que vou generalizar, por isso não me venham com comentários a dizer que isto ou aquilo não é assim, mostra que se identificaram. E, na verdade, espero que assim seja...
Começando pelos defeitos, somos idealistas, achamos que podemos mudar tudo, esperamos sempre pelo príncipe encantado, mesmo sabendo que não existem!, somos chatas, em todos os sentidos possíveis e imaginários e ainda mais (sim, é possível) com síndrome pré-menstrual. Falamos muito, muito, muito. Conduzimos mal, não percebemos nada de marcas de carros, nem de nomes de peças, nem de mudar pneus, nem de verificar óleos e águas antes de viagens, nem gostamos de ir à bomba de gasolina - aqui incluo-me por pura solidariedade, que vergonha mulheres! Choramos por tudo e por nada, e choramos outra vez. Temos um sentido de humor fraquinho a atirar para o negro, eu digo que é proporcional ao QI. Criticamos a roupa, o calçado, o penteado, a maquilhagem, tudo, tudo umas das outras. Não sabemos guardar segredos, a não ser os nossos. Temos manias muito estranhas, que são contagiosas! Gostamos de um bom mexerico. Somos obcecadas com o peso, emagrecer ou engordar, mas nunca estamos contentes. Raramente gostamos das namoradas dos amigos, mas dizemos que sim. E continuo a surpreender-me com a nossa capacidade de fingir, cinismo, sarcasmo, mentira, é connosco sim senhor.
Em contrapartida, temos uma inteligência intuitiva, se bem que são poucas as que a sabem usar, às vezes gostamos de nos fazer de ingénuas, altruístas, quase sempre demais. Somos honestas, mesmo que às vezes pareçamos demasiado duras. Sabemos reconhecer que errámos e pedimos desculpa de coração. Temos a capacidade de mudar completamente de visual, com um pouco de maquilhagem ou mudança de penteado ou corte de cabelo. Apesar de sofrermos cmó diabo com depilações, exfoliações, secadores e afins temos um corpo esteticamente incrível! Gostamos de estar bonitas, a maior parte das vezes para fazer inveja às outras mulheres e não para agradar aos homens e conseguimos! Somos organizadas, gostamos de planear tudo, mesmo sabendo que não conseguiremos fazer tudo o que planeámos. Somos boas ouvintes e sabemos dar conselhos, mesmo com pouca experiência em tudo o que se possa imaginar. Cozinhamos divinamente e adoramos comer. Equilibramo-nos nos mais altos saltos, como se andássemos de pantufas. Ao contrário do que a maioria dos homens pensa, gostamos de sexo, e quando não, a culpa é deles. Somos todas diferentes e especiais.
Publicada por EL à(s) 00:34 5 comentários
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Markl e Ricardo na Egitânia
Pois é, foram convidados pela rádio altitude (90.9 fm lá para aqueles lados) para falarem um pouco do humor português, na Guarda. A ver que acha o marquelezinho da minha (que megalomania, eu sei) cidade.
Publicada por EL à(s) 00:26 4 comentários
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quinta-feira, 6 de março de 2008
terça-feira, 4 de março de 2008
Para onde foge o primeiro olhar?
Publicada por PL à(s) 20:12 4 comentários
Etiquetas: cinema, halle berry
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Humor negro
Tou com preguiça de escrever, mas apetece-me postar. Portanto vou só deixar o nome da música dos «Cancro»: «Um dia destes dou um tiro na cabeça e digo que foste tu»
Como amava ter dito isto primeiro. Long live dark humour (paradoxo sem querer)! Ah e só gostei do título, a música da banda não é muito o meu género, é electro experimental, mas experimentem ouvir. Acho que algumas das músicas ficavam bem na banda sonora de um filme.
E não resisto a partilhar outro título genial: «Arrastando um corpo pelo corredor da morgue».
Publicada por Fátima à(s) 00:22 2 comentários
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